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Libaneses são presos por investigadores da Dise tentando alugar imóvel com documentos falsos; equipe chegou na hora da assinatura do contrato

A dupla, com 27 e 31 anos, presa nesta quarta-feira (31) por policiais civis da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes de Piracicaba, vai responder por Estelionato Tentado / Uso de Documento Falso.

Após policiais civis da unidade especializada tomarem ciência de que dois homens de nacionalidade estrangeira estariam em uma Imobiliária tentando locar imóvel, utilizando documentos de procedência duvidosa, se dirigiram até o local.

Lá abordaram os dois, que se identificaram. O segundo, que acabara de assinar contrato de locação, deu outro nome.

A dupla apresentou os RNEs – Registro Nacional de Estrangeiros. Ao saber que os policiais fariam pesquisa dos RNEs junto à Polícia Federal, visando conferir a autenticidade, o que havia assinado o contrato confessou que utilizava documento falsificado e que seu nome verdadeiro era Mohamad Moslimani.

Levados à Delegacia de Polícia Federal, legitimou-se a identificação deles, que são libaneses em situação regular pelo país. Constatou-se também a falsificação do RNE em nome do segundo, ante a inexistência do número informado do referido documento.

Também fora constatado que todos os demais documentos fornecidos à  imobiliária também eram falsificados, inclusive os documentos do suposto fiador que é brasileiro e morador de São Paulo/Capital, o qual não se encontrava no local.

Em buscas no veículo utilizado pelos dois foram localizados outros três contratos assinados em que Mohamad utilizou o nome/documento falso, sendo um de locação de residência na cidade de Hortolândia, um contrato de adesão de linha telefônica pós-paga e um contrato de adesão de serviços de internet.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante para ambos, que são moradores de Indaiatuba e alegaram estarem tentando alugar o imóvel para que pudessem abrir uma loja de roupas em Piracicaba.

Nenhum deles possuía passagem anterior. Além de responderem pelos crimes de estelionato tentado e uso de documento falso, será ainda aberto um procedimento junto à  Polícia Federal, sendo que caso venham a ser condenados a uma pena de no mínimo 02 anos de prisão, após transitada em julgado (esgotadas todas as possibilidades de recurso), os dois poderão ser expulsos do país, ficando impedidos de ingressar novamente no Brasil.

Foto: Polícia Civil/Divulgação.

redação

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